quando o pensamento ocorreu, a tarde já se despedia dos presságios da véspera e acendia o azul. luz demais atrás dos meu olhos: um aperto opressor de tanta vontade de chegar mais perto.
saía em adoração no metrô, contas nas mãos e o pacto de não ouvir nada que não falasse a minha linguagem de espectro naqueles dias de batalha. hoje, revejo os gatos que habitam aquele lugar- os donos do estácio. "muito prazer em revê-los, senhores, e obrigada por guardar meu segredo." eles sorriram e me aclamaram princesa.