ela pinta os olhos, abre os olhos, devolve a visão aos olhos. coloca a sua cabeça, como um anel.
não sente mais nada porque aceitou não aceitar o mundo.
pacificada, segue sem remorços porque sabe que não há de provar da terna mentira da palavra-afeto:
prefere a doçura do abismo da palavra-espera.
(arranque do seu peito a aparência, rapaz: ela não é a rosa de ninguém.)
não sente mais nada porque aceitou não aceitar o mundo.
pacificada, segue sem remorços porque sabe que não há de provar da terna mentira da palavra-afeto:
prefere a doçura do abismo da palavra-espera.
(arranque do seu peito a aparência, rapaz: ela não é a rosa de ninguém.)
Comentários
Postar um comentário
OBRIGADA PELA LEITURA.